O corpo, este maldito cárcere,
Que dói, que não me acompanha.
Olho a janela e a noite clareia,
Há vida lá fora, as árvores fazem um burburinho.
Cá dentro, tudo me parece estar morto, inclusive eu,
Só a minha mão escreve automaticamente,
O amor que as árvores fazem com o vento.
E restam-me as memórias de nós, mas já quase sem vida,
A minha alma continua a doer
Numa busca insane de ti!
O que move esta mão escrevendo,
Não é o meu corpo, mas a força das almas
Que transitam de corpo em corpo na busca do uno,
E um dia poderem descansar em paz,
Para que tudo vire étereo,
Para que não me doa mais,
Mesmo estando morta!
By Karolk escrito em 2005

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