terça-feira, 7 de junho de 2011

Gatos Slideshow

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Tudo parece estar morto

O corpo, este maldito cárcere,
Que dói, que não me acompanha.

Olho a janela e a noite clareia,
Há vida lá fora, as árvores fazem um burburinho.
Cá dentro, tudo me parece estar morto, inclusive eu,
Só a minha mão escreve automaticamente,
O amor que as árvores fazem com o vento.
E restam-me as memórias de nós, mas já quase sem vida,
A minha alma continua a doer
Numa busca insane de ti!
O que move esta mão escrevendo,
Não é o meu corpo, mas a força das almas
Que transitam de corpo em corpo na busca do uno,
E um dia poderem descansar em paz, 
Para que tudo vire étereo,
Para que não me doa mais,
Mesmo estando morta!

By Karolk escrito em 2005

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Amor e liberdade, coisa dificil!

Amar-te é deixar-te viver livremente,
mesmo longe de mim,  meu anjo loiro.
Sê feliz, mesmo não te tendo, tendo-te.
Sinto  frangmentos de amor quando
o meu gato prefere o calor do meu colo
sem que o prenda, e sai livremente...
Amor vs liberdade, oh coisa difícil!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

São as tuas mãos...

Enlaça-me p´ra sentir o teu calor,
Fecho os olhos e sinto o toque suave da brisa,
Que são carícias...

- São os meus desejos!...

Já tudo me queima num calor que não finda,
A noite é criança ainda, e a vontade que teima,
Em percorrer o teu corpo,
E de ouvir os teus suspiros...


- São os meus beijos!...

Desnudo-te... as roupas já molhadas,
Pelo calor da paixão...
Já não importa se na cama, se no chão...

- São as tuas mãos!...

By Karol 2004

Quem sente chora, quem pensa não!

Oh, minha alma amarga,
Cheia de fel que nem me deixa chorar,
Quem sente chora, quem pensa não!
Eu, cujo amargor e desventura vem do pensar,
Onde poderei buscar lágrimas,
Se elas para o pensar não foram dadas?

By Karol 2009

O meu sol brilha mais

O meu sol brilha mais,
A minha terra é mais quente,
Vão para ti os meus ais,
Desta paixão que me deixa dormente.

Beija-me e cala-me o desejo,
Toca-me no delírio deste calor,
Não quero só um beijo,
Tão pouco para tanto amor.



Entra em mim e faz-me gritar
Consome a minha alma perdida,
E que se funda com a tua,
Vais certamente avivar
Minha memória esquecida
De que me deixas sem corpo e nua!

Já sou só feita de ti

Que se faça silêncio...
P´ra te encontrar,

Para te sentir fortemente,
Deus meu...
Já só te sinto,
Já só te respiro,
Já só me queimo,
Já só sou feita de ti.

Linguagem da alma

O vazio afaga-me o rosto
O nada beija-me a tua ausência,
Imprime a essência no gosto,
E leva de mim a tua existência.

As palavras não são a linguagem da alma,
Nem consegue defenir o sentir...
Que me faz ir para lá do universo,
Acabo no inferno que me faz rir,
Para logo me fazer chorar.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

E tu que nem peste

A ausência e a saudade,
Deixa marcas na minha pele,
Em que tento lavar-te de mim.
E tu que nem peste,
Não me sais do pensamento
E da minha alma,
Não sei o que fazer, diz-m
A mística dos impregnados
O tempo dos afastados
O choro e a dôr do porquê
E mais uma vez o racional!

By Karolk  22-05-2003

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Desabafos de uma viúva

Hoje no velório do meu tio, recordo a morte do meu amor, porque o perdi entre a dor do sofoco e a visão turva das lágrimas que me impedem de ver.
Também eu estou tão só de amor, recordo os bilhetes escritos dos pormenores de uma vida juntos.
O sentido de morte do nosso amor, a perda tanto é de um vivo, como de um morto, o sentido de perda é o mesmo, sinto-me viuva.
Esta ausência, é a morte da esperança, é o ficar só, é o amor que continua e teima em doer, a teimosia das lágrimas que não param de correr, é um chorar sozinho.
E não tive ninguém neste velório!
E não tive ninguém neste funeral!
Não recebi os pêsames!
Ninguém assistiu a esta dôr.
Deus deu o sentido da vida e da morte,
Mas não deu o sentido da separação e da intolerância.


By Karolk 09-04-2003

Passaro saltitante

Pássaro saltitante,
Quem busca quem?
De perto te vejo, de longe te observo,
De perto te fujo, e longe te fico,
Gravando em ti um sentimento,
A que chamas de castigo,
Eu, a sós comigo, escrevo-te
Talvez assim esteja mais perto de ti!

by Karolk 2003

Quando o fogo queima a brisa

A brisa deixou-se sair
O fogo tocou-lhe
Sussurrou-lhe no ouvido...
Vou queimar-te aqui...
E pediu, sente-me...para eu te sentir
E queimando...
A brisa parecia tão serena,
Queria apenas o controlo de si mesma,
Para não ouvir, para não sentir,
Mas, raios! O fogo está queimando!

By Karolk   2003

E Deus arrependido...

Deus arrependido de tanta imperfeição,
E de tanta pedra por esculpir,
Criou só algumas mulheres, e que só alguns homens
Irão de ter o prazer de conhecer e de sentir
O que é fazer amor com os anjos.

By Karolk  12-03-2003

Sobrevivente

Minha querida e doce mana
Mais uma sobrevivente,
A quem o mundo desengana
A quem a tua verdade desmente.

Sempre que tiveres medo,

Eu estarei aqui
talvez seja tarde, talvez seja cedo,
Perdoa-me quando não consegui.

By Karolk  2001

O fogo

Quero ser evadida
p´lo brilho dos teus olhos,
o calor das tuas mãos,
afagando-me o rosto,
e tremer com o sabor dos teus beijos.
quero que o fogo ilumine o teu corpo,
e que se funda na minha alma.


By Karolk Janeiro de 1999

Fazer amor com os Anjos

O sol não me faz companhia,
Quero fazer amor com os Anjos,
Teria certamente mais alegria,
O meu amor não bebe música,
Amor, só se pode fazer com os Anjos,
Porque não têm sexo!

By Karolk Setembro de 2001

Não há vidas, nem séculos

Eternizarei a memória de ti
Através dos sentidos mais profundos
Sempre que estou comigo,
Sinto-te mais perto
Consigo tocar no sublime
em todas as respirações,
em todo o meu sentir,
Eternizarei a minha memória,
Através dos sons perpétuos,
Onde ficará aminha glória,
pouco importa,
Para chegar a ti, não há vidas, nem séculos.

By Karolk Agosto de 2001

Princesa

A desilusão do meu espírito chega a doer,
Não entende a tua vaidade,
Nem o teu vazio,
Chora de não entender,
De não teres Roma nem pavio
Não sei qual o sentido de me chamares de princesa,
Se quando é preciso, não me alivias a tristeza

By Karolk - Novembro de 2000

O siêncio ensurdecedor

O silêncio, esse ruido ensurdecedor
Agarra a loucura da paixão
Derrama no amor
A imensa solidão
Ouço um barulho...
Escuto com atenção
Batem á porta...
Entregam-me um embrulho,
Abro, é um pacote de solidão!
O silêncio que ninguém suporta.


Lá mais para a frente,
Já o sinto agora
E mais um milhão de gente,
Por esse mundo fora

Pobre de mãe

Pedra por esculpir
Maneira agreste de ser mãe
Ás vezes fazes cair
O melhor que o mundo tem

Não, não as podemos escolher
Se pudesse não seria assim
Dou por mim a entristecer
Tão só de mãe, que não tem fim


És tão tu, tão tu,
Que nem olhas á tua volta
Sempre a tua vontade a nu,
em vez de amor, provocas revolta.

Também as há de pior
Já que as não podemos escolher
Uns dias pior, outros melhor
E nada se pode fazer.

By Karolk  1996

Toca-me

Toca-me devagar...
P´ra que possa beber o teu carinho,
Já me sinto a voar,
Mesmo sem asas de passarinho,
Toca-me devagar,
Bebo cada segundo,
Suplico p´ra não parar
Estou voando p´lo mundo
Oh, que bela terapia...
Silencio por favor!
Não quero sair desta magia
Ouço o som do amor
O silencio tem som
O amado há-de saber,
Quem ama tem o dom
De saber dar e receber.

By Karolk  1993

Assim nasce a poesia...


Olha em teu redor, sente o outro para além de ti,
Saberás o que é amar, conseguirás dar forma ás palavras,
E escreverás o teu sentir, será tão simples...
Assim nasce a poesia e assim nasce um poeta.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Tempo finito


Abro os olhos de manhã e penso que hoje pode ser o dia de minha morte.
No entanto posso viver 50 anos e o minuto que passa
pode ser, tudo que me resta para viver,
mas eu desperdiço o tempo
como se ele fosse infinito…

Pedro Cassiano
Autor fictício da novela escrito nas estrelas

sábado, 12 de março de 2011

Nem Feroz Tormenta.

Nem vento, nem feroz tormenta,
Perigo, ou desumana afronta,
farão enfraquecer a minha decisão,
De deixar o meu sorriso gravado no teu espirito.
Corre, junta o Povo, e diz-lhes que chegou,
O D. Kixote de la Sonrisa!

Jan. de 2006 By D. Kixote de la Sonrisa

Sonhos

Um dia olhei para o céu, e vi um pássaro,
Que voava de uma forma estranha,
Parecia louco...
Simplesmente dançava com a brisa,
Amena da manhã de um Domingo de Inverno.

Jan de 2006 By "D. Kixote de la Sonrisa"

Isto não é amor!

Não, não fui ao Brasil, nem tão pouco a Timor,
Mas já fui tua amiga, e tantas vezes tua mãe,
Já fui a tua mulher, 
Já fui a tua amante num sitio qualquer...
Mas nunca tua confidente!
E não me conheces , não me lês...
E Isto não é Amor!!!


11-01-2003 By Carolina Grangeiro

Os Amores perfeitos


OS AMORES IMPOSSIVEIS, SÃO SEMPRE PERFEITOS, PORQUE NUNCA SE CONSOMEM!!!

By Carolina Grangeiro

Um nada que respira


Um dia casámos as almas,
Na troca das alianças, disse-te:
- Leva-me a alma e o respiro.
Mas levaste-me apenas a alma,
E agora sou NADA!!!
Um NADA que respira, mas sem sentido!

11-2006 By Carolina Grangeiro

A linguagem da alma


O vazio afaga-me o rosto,
O nada beija-me a tua ausência,
Cravada a essência do gosto,
Que leva de mim a tua existência.

As Palavras não são a linguagem das almas,
Nem conseguem defenir o sentir...
Que me leva para lá do Universo,
E acabo no Inferno,
Que me faz rir, para logo chorar.


2006 By Carolina Grangeiro

Danço na chuva


Danço na chuva, á espera que lave de mim,
A tua imagem permanente, 
Que não me tira o respiro,
Mas, que leva o meu sol,
O brilho dos meus olhos,
E a alegria do meu sorriso.
Brincámos que nem crianças ao amor,
Sem dar conta da sua maturidade,
que cravou como um selo de fogo,
Esta pobre caixa palpitante...
Para a fechar em segredo,
Condenada a recordações,
Desta e doutra existência.
Porquê tanta dor?
Para crescer?
Não entendo o sentido,
Quando tudo e nada é suposto,
Tão mais fácil seria ...
Nascer e morrer, 
Por tudo isso me mataria.
Mas aprendi,  já morri, já nasci,
E tu, sempre dentro de mim,
Na morte, na vida e essencialmente
Na dor, tatuada na minha existência.

11/2005 By Carolina Grangeiro


Nunca Rainha



Essa máscara rouba de mim a tua voz,
As tuas mãos... a tua pele...
Raramente vejo o teu sorriso,
E o brilho dos teus olhos...
Absorvo as tuas palavras,
Leio-te com avidez, procurando com uma lupa,
"Agulhas num palheiro"...sinais de amor,
Que escondes tão cuidadosamente,
Mas as almas, falam mais alto,
O silencio, traz-me o teu carinho,
Os nossos sonhos, desejos, e o inconsciente...
O Mais profundo do nosso Eu.
Aí somos felizes, sem envolcros,
Mas, é só o que tenho, o teu inconsciente!
Deverei sentir-me Princesa por isso?
Princesa, sim... talvez...
Elas, existem nos sonhos...
Mas nunca Rainha!
Essa Máscara rouba-me o trono!


2005   by Carolina Grangeiro

A Poesia , o Compositor e a Magia.

Um dia a poesia abraçou o compositor,
Beijando-lhe o rosto, sussurou-lhe ao ouvido:
- Junta o teu coração ao meu, e deixa
que as nossas almas se fundam...
Fez-se luz...! E não era o sol...!
Era a magia...
A Lua sorriu, foi contar ás Estrelas,
Com emoção os cantou, para o mundo...
Ainda hoje, o mundo, ergue as mãos ao céus,
Apelando á magia, para que também,
                                        as suas almas se fundam!

2003 by Carolina Grangeiro

O amor e as fadas



Baby, meu doce,
Haverá sempre uma Fada que morre,
Quando alguém deixa de acreditar no amor,
Obrigado por contribuires para a existência das Fadas,
Quanto à minha, essa viverá para  sempre.

2003 by Carolina Grangeiro

Puzzle

 

O escárnio com que a vida
me zomba...
E que teima em dividir em pedaços,
O que sempre procuro...

Procuro quem me sonhe,
Procuro quem não encontro,
Procuro quem me foge.
2003 by Carolina Grangeiro

O Amor também se ouve

Tanto assim e desde o começo,
Num enlaço de ti,
É assim que adormeço.

Faça-se silêncio por favor...
Oceano profundo quando te beijo,
Schchchchch....Faça-se silêncio por favor,
Quero ouvir o som do amor.

2004 - by Carolina Grangeiro

Tatuagem

A ausência e a saudade,
Faz com que sejas uma tatuagem,
Na minha pele...
Em que tento arrancar-te de mim,
E tu que nem peste...
Não me sais do pensamento,
Nem da minha alma.

2003_by Carolina Grangeiro

Vazio de mim

Percorro-te, agora com este lamento...
A tua liberdade insiste,
Num vazio da minha inexistência.
Vais deixar que morra em mim,
O desejo de te querer,
Já só te posso dar, esta mágoa exausta,
De não ver de novo nos teus olhos,
A minha imagem.
17/01/03 - By Carolina Grangeiro

segunda-feira, 7 de março de 2011

Peso Maior!
















O meu colinho é feito de mim,
Olho todos os dias para dentro.
Á falta de outro, tem de ser assim...
O mundo é redondo e eu, não sou o centro.
Será que as formigas têm pais?
O peso que carrego é maior do que eu,
Por vezes é pesado demais,
Tenho de ir buscar forças à sabedoria...
Cuspo na sopa como gente vulgar,
Há tantos pesos maiores que o meu.
Preciso de lembrar isso, para me levantar.
Sou bafejada por uma estrela guia,
Carregando o peso pela estrada, em frente.
Mas estrela, um colinho, que bom que seria,
Quem diz que não precisa é porque mente.
Mas já que não tenho aquele abracinho,
É um sentimento que preciso de  registar.
Qualquer ser, que se sinta sozinho,
Que olhe para si mesmo, e diga: 
Não pares de lutar.

Carolina Grangeiro
22/08/93

Chora tu por mim











O Inverno assombra o teu rosto,
Numa insistência de castigo,
Desespero em meu desgosto,
De não falares comigo.

Nesta confusão de sentir,
Estou a milhas de ninguém,
Não sei fingir
Que está tudo bem.

Tristeza... Inquietude,
é o que posso sentir,
Saber chorar é virtude,
Mas, melhor é saber sorrir.

Porque a fonte secou,
Chora tu por mim,
De quem muito chorou
Só se pode ficar assim.

4-6-99 by Carolina Grangeiro

A sombra












Mesmo que a sombra,
Se reflita em meu desassossego,
Busco a luz no meu peito.
O tempo é meu amigo.
Levar-me-á pro teu sorriso,
Alimento do meu espírito.

04-06-2000 by Carolina Grangeiro

Vida mãe












Vida mãe, vida magia,
Meu coelhinho roedor,
Pouco dura a tua alegria,
Há sempre por aí, um predador.

Predador que te devorará,
Não, não queiras ser coelho,
Mas antes pomba branca,
Que por longos caminhos voará.

Caminhos longos de paz
De saudade e ternura,
Alma vida, alma pura,
Vai...Voa! Sei que és capaz!

97 By Karolk

Obrigado!

  




                                                                                                                                                                                             
Sabes sempre onde vais. 
O que te destingue de mim,
Teus factos sempre reais,
Não vejo o mundo sempre assim,

A cor ajuda-me a viver
Por vezes com a "cabeça no ar".
Tu dizes: - "Isto assim não pode ser! 
Há que saber por onde andar.

A matriarca és tu
Zelando por nos reunir
Pões os pontos no "i´s" a nu
Nas aflições vais acudir

Obrigado em meu nome, por nós,
Sabemos o que significas
E que não estamos sós
Sempre que estamos aflitas. 

Dedicado á Carmita

1998 by CarolinaGrangeiro                                                                                                                                                  

Amor em fase estúpida.











Meu rosto de lágrimas molhado,
Pela saudade que transborda em mim,
Sem querer espero-te,
A qualquer ruído, serás tu?
E espero...Umm... mais uma vez desilusão!
Entre choros vou escrevendo...
O que sinto, e espero...e espero,
Rio-me com ironia...
Desta dor intensa,
Que recusa expulsar-te,
Vem...Vai-te! Vem...e Vai-te!
Para que sofra mais um bocadinho.

FM-Julho1993 By Karolk














sábado, 5 de março de 2011

Vai-te!











Doce amargo do meu ser
Agradável ao meu olhar
Este querer e não querer
Ainda me deixa a penar

Nesse corpo me perco
Estrada sem fim
Enrola.me em teus braços
Sou menina de berço
Porque és assim?
Já ouço ir os teus passos.

Vai-te! Quero que te vás.
Já sinto o meu pranto
Lembro as horas más
Aqui caio! Aqui me levanto.

FM 20-07-93 by Karolk

Arrábida

 
Olhando o Universo,
És uma nuvem branca,
Dançando sobre o oceano,
Tocando-o de leve,
Muito devagarinho,
Como se ao contrário fosse,
Quebrasse o encanto,
Do sonho e emoção,
Tão envolvente...
Tudo se funde!
Sente-se e ouve-se,
O som da paz,
E o mover das asas de uma gaivota,
Que voa e plana...
Há que suspender a respiração,
Pelo silêncio...Pelo amor...
Planando,ao lado da nuvem branca,
Desafio de paz... de sonho...
Desafio de Amor.

29-05-93 by Karolk

Peço á Mãe














No meio da tempestade
Grito por socorro
Mais que a minha sensibilidade
Já não sei se vivo ou se morro
Vai-se a seiva das veias
E a energia a acabar
Vai-se a luz das candeias
Com as lagrimas de tanto chorar

E peço á mãe
Que não me esqueça
E tantos filhos tem...
E não há nenhum que não padeça

98 - By Karolk