quinta-feira, 28 de abril de 2011

Pobre de mãe

Pedra por esculpir
Maneira agreste de ser mãe
Ás vezes fazes cair
O melhor que o mundo tem

Não, não as podemos escolher
Se pudesse não seria assim
Dou por mim a entristecer
Tão só de mãe, que não tem fim


És tão tu, tão tu,
Que nem olhas á tua volta
Sempre a tua vontade a nu,
em vez de amor, provocas revolta.

Também as há de pior
Já que as não podemos escolher
Uns dias pior, outros melhor
E nada se pode fazer.

By Karolk  1996

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