sexta-feira, 29 de abril de 2011

E tu que nem peste

A ausência e a saudade,
Deixa marcas na minha pele,
Em que tento lavar-te de mim.
E tu que nem peste,
Não me sais do pensamento
E da minha alma,
Não sei o que fazer, diz-m
A mística dos impregnados
O tempo dos afastados
O choro e a dôr do porquê
E mais uma vez o racional!

By Karolk  22-05-2003

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