A ausência e a saudade,
Deixa marcas na minha pele,
Em que tento lavar-te de mim.
E tu que nem peste,
Não me sais do pensamento
E da minha alma,
Não sei o que fazer, diz-m
A mística dos impregnados
O tempo dos afastados
O choro e a dôr do porquê
E mais uma vez o racional!
By Karolk 22-05-2003
Sinto a vida como uma longa viagem, na qual as pessoas que se me cruzam, entram e saeem nas suas respetivas paragens, fazendo parte deste percurso de uma forma "mais ou menos intensa". Aos que me amam ou amaram,agradecida...aos que me detestam, agradecida na mesma, porque sem dificuldades,não saboreamos o valor dos desafios.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Desabafos de uma viúva
Hoje no velório do meu tio, recordo a morte do meu amor, porque o perdi entre a dor do sofoco e a visão turva das lágrimas que me impedem de ver.
Também eu estou tão só de amor, recordo os bilhetes escritos dos pormenores de uma vida juntos.
O sentido de morte do nosso amor, a perda tanto é de um vivo, como de um morto, o sentido de perda é o mesmo, sinto-me viuva.
Esta ausência, é a morte da esperança, é o ficar só, é o amor que continua e teima em doer, a teimosia das lágrimas que não param de correr, é um chorar sozinho.
E não tive ninguém neste velório!
E não tive ninguém neste funeral!
Não recebi os pêsames!
Ninguém assistiu a esta dôr.
Deus deu o sentido da vida e da morte,
Mas não deu o sentido da separação e da intolerância.
By Karolk 09-04-2003
Também eu estou tão só de amor, recordo os bilhetes escritos dos pormenores de uma vida juntos.
O sentido de morte do nosso amor, a perda tanto é de um vivo, como de um morto, o sentido de perda é o mesmo, sinto-me viuva.
Esta ausência, é a morte da esperança, é o ficar só, é o amor que continua e teima em doer, a teimosia das lágrimas que não param de correr, é um chorar sozinho.
E não tive ninguém neste velório!
E não tive ninguém neste funeral!
Não recebi os pêsames!
Ninguém assistiu a esta dôr.
Deus deu o sentido da vida e da morte,
Mas não deu o sentido da separação e da intolerância.
By Karolk 09-04-2003
Passaro saltitante
Pássaro saltitante,
Quem busca quem?
De perto te vejo, de longe te observo,
De perto te fujo, e longe te fico,
Gravando em ti um sentimento,
A que chamas de castigo,
Eu, a sós comigo, escrevo-te
Talvez assim esteja mais perto de ti!
by Karolk 2003
Quem busca quem?
De perto te vejo, de longe te observo,
De perto te fujo, e longe te fico,
Gravando em ti um sentimento,
A que chamas de castigo,
Eu, a sós comigo, escrevo-te
Talvez assim esteja mais perto de ti!
by Karolk 2003
Quando o fogo queima a brisa
A brisa deixou-se sair
O fogo tocou-lhe
Sussurrou-lhe no ouvido...
Vou queimar-te aqui...
E pediu, sente-me...para eu te sentir
E queimando...
A brisa parecia tão serena,
Queria apenas o controlo de si mesma,
Para não ouvir, para não sentir,
Mas, raios! O fogo está queimando!
By Karolk 2003
O fogo tocou-lhe
Sussurrou-lhe no ouvido...
Vou queimar-te aqui...
E pediu, sente-me...para eu te sentir
E queimando...
A brisa parecia tão serena,
Queria apenas o controlo de si mesma,
Para não ouvir, para não sentir,
Mas, raios! O fogo está queimando!
By Karolk 2003
E Deus arrependido...
Deus arrependido de tanta imperfeição,
E de tanta pedra por esculpir,
Criou só algumas mulheres, e que só alguns homens
Irão de ter o prazer de conhecer e de sentir
O que é fazer amor com os anjos.
By Karolk 12-03-2003
E de tanta pedra por esculpir,
Criou só algumas mulheres, e que só alguns homens
Irão de ter o prazer de conhecer e de sentir
O que é fazer amor com os anjos.
By Karolk 12-03-2003
Sobrevivente
Minha querida e doce mana
Mais uma sobrevivente,
A quem o mundo desengana
A quem a tua verdade desmente.
Sempre que tiveres medo,
Eu estarei aqui
talvez seja tarde, talvez seja cedo,
Perdoa-me quando não consegui.
By Karolk 2001
Mais uma sobrevivente,
A quem o mundo desengana
A quem a tua verdade desmente.
Sempre que tiveres medo,
Eu estarei aqui
talvez seja tarde, talvez seja cedo,
Perdoa-me quando não consegui.
By Karolk 2001
O fogo
Quero ser evadida
p´lo brilho dos teus olhos,
o calor das tuas mãos,
afagando-me o rosto,
e tremer com o sabor dos teus beijos.
quero que o fogo ilumine o teu corpo,
e que se funda na minha alma.
By Karolk Janeiro de 1999
p´lo brilho dos teus olhos,
o calor das tuas mãos,
afagando-me o rosto,
e tremer com o sabor dos teus beijos.
quero que o fogo ilumine o teu corpo,
e que se funda na minha alma.
By Karolk Janeiro de 1999
Fazer amor com os Anjos
O sol não me faz companhia,
Quero fazer amor com os Anjos,
Teria certamente mais alegria,
O meu amor não bebe música,
Amor, só se pode fazer com os Anjos,
Porque não têm sexo!
By Karolk Setembro de 2001
Quero fazer amor com os Anjos,
Teria certamente mais alegria,
O meu amor não bebe música,
Amor, só se pode fazer com os Anjos,
Porque não têm sexo!
By Karolk Setembro de 2001
Não há vidas, nem séculos
Eternizarei a memória de ti
Através dos sentidos mais profundos
Sempre que estou comigo,
Sinto-te mais perto
Consigo tocar no sublime
em todas as respirações,
em todo o meu sentir,
Eternizarei a minha memória,
Através dos sons perpétuos,
Onde ficará aminha glória,
pouco importa,
Para chegar a ti, não há vidas, nem séculos.
By Karolk Agosto de 2001
Através dos sentidos mais profundos
Sempre que estou comigo,
Sinto-te mais perto
Consigo tocar no sublime
em todas as respirações,
em todo o meu sentir,
Eternizarei a minha memória,
Através dos sons perpétuos,
Onde ficará aminha glória,
pouco importa,
Para chegar a ti, não há vidas, nem séculos.
By Karolk Agosto de 2001
Princesa
A desilusão do meu espírito chega a doer,
Não entende a tua vaidade,
Nem o teu vazio,
Chora de não entender,
De não teres Roma nem pavio
Não sei qual o sentido de me chamares de princesa,
Se quando é preciso, não me alivias a tristeza
By Karolk - Novembro de 2000
Não entende a tua vaidade,
Nem o teu vazio,
Chora de não entender,
De não teres Roma nem pavio
Não sei qual o sentido de me chamares de princesa,
Se quando é preciso, não me alivias a tristeza
By Karolk - Novembro de 2000
O siêncio ensurdecedor
O silêncio, esse ruido ensurdecedor
Agarra a loucura da paixão
Derrama no amor
A imensa solidão
Ouço um barulho...
Escuto com atenção
Batem á porta...
Entregam-me um embrulho,
Abro, é um pacote de solidão!
O silêncio que ninguém suporta.
Lá mais para a frente,
Já o sinto agora
E mais um milhão de gente,
Por esse mundo fora
Agarra a loucura da paixão
Derrama no amor
A imensa solidão
Ouço um barulho...
Escuto com atenção
Batem á porta...
Entregam-me um embrulho,
Abro, é um pacote de solidão!
O silêncio que ninguém suporta.
Lá mais para a frente,
Já o sinto agora
E mais um milhão de gente,
Por esse mundo fora
Pobre de mãe
Pedra por esculpir
Maneira agreste de ser mãe
Ás vezes fazes cair
O melhor que o mundo tem
Não, não as podemos escolher
Se pudesse não seria assim
Dou por mim a entristecer
Tão só de mãe, que não tem fim
És tão tu, tão tu,
Que nem olhas á tua volta
Sempre a tua vontade a nu,
em vez de amor, provocas revolta.
Também as há de pior
Já que as não podemos escolher
Uns dias pior, outros melhor
E nada se pode fazer.
By Karolk 1996
Maneira agreste de ser mãe
Ás vezes fazes cair
O melhor que o mundo tem
Não, não as podemos escolher
Se pudesse não seria assim
Dou por mim a entristecer
Tão só de mãe, que não tem fim
És tão tu, tão tu,
Que nem olhas á tua volta
Sempre a tua vontade a nu,
em vez de amor, provocas revolta.
Também as há de pior
Já que as não podemos escolher
Uns dias pior, outros melhor
E nada se pode fazer.
By Karolk 1996
Toca-me
Toca-me devagar...
P´ra que possa beber o teu carinho,
Já me sinto a voar,
Mesmo sem asas de passarinho,
Toca-me devagar,
Bebo cada segundo,
Suplico p´ra não parar
Estou voando p´lo mundo
Oh, que bela terapia...
Silencio por favor!
Não quero sair desta magia
Ouço o som do amor
O silencio tem som
O amado há-de saber,
Quem ama tem o dom
De saber dar e receber.
By Karolk 1993
P´ra que possa beber o teu carinho,
Já me sinto a voar,
Mesmo sem asas de passarinho,
Toca-me devagar,
Bebo cada segundo,
Suplico p´ra não parar
Estou voando p´lo mundo
Oh, que bela terapia...
Silencio por favor!
Não quero sair desta magia
Ouço o som do amor
O silencio tem som
O amado há-de saber,
Quem ama tem o dom
De saber dar e receber.
By Karolk 1993
Assim nasce a poesia...
Saberás o que é amar, conseguirás dar forma ás palavras,
E escreverás o teu sentir, será tão simples...
Assim nasce a poesia e assim nasce um poeta.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Tempo finito
Abro os olhos de manhã e penso que hoje pode ser o dia de minha morte.
No entanto posso viver 50 anos e o minuto que passa
pode ser, tudo que me resta para viver,
mas eu desperdiço o tempo
como se ele fosse infinito…
No entanto posso viver 50 anos e o minuto que passa
pode ser, tudo que me resta para viver,
mas eu desperdiço o tempo
como se ele fosse infinito…
Pedro Cassiano
Autor fictício da novela escrito nas estrelas
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