Sabes sempre onde vais.
O que te destingue de mim,
Teus factos sempre reais,
Não vejo o mundo sempre assim,
A cor ajuda-me a viver
Por vezes com a "cabeça no ar".
Tu dizes: - "Isto assim não pode ser!
Há que saber por onde andar.
A matriarca és tu
Zelando por nos reunir
Pões os pontos no "i´s" a nu
Nas aflições vais acudir
Obrigado em meu nome, por nós,
Sabemos o que significas
E que não estamos sós
Sempre que estamos aflitas. Dedicado á Carmita
1998 by CarolinaGrangeiro

Nenhum comentário:
Postar um comentário